Indez

  • Title: Indez
  • Author: Bartolomeu Campos de Queirós
  • ISBN: null
  • Page: 343
  • Format: Kindle Edition
  • Indez Bartolomeu Campos de Queir s com simplicidade e muita delicadeza percorre mais uma vez as lembran as e as fantasias da inf ncia e transforma as palavras comuns em prosa po tica da mais alta qualidad
    Bartolomeu Campos de Queir s, com simplicidade e muita delicadeza, percorre mais uma vez as lembran as e as fantasias da inf ncia e transforma as palavras comuns em prosa po tica da mais alta qualidade A narrativa centra se na vis o de um narrador adulto que resgata seu poder infantil de ver o mundo Ele acompanha com uma observa o apurada a trajet ria de vida de Ant nioBartolomeu Campos de Queir s, com simplicidade e muita delicadeza, percorre mais uma vez as lembran as e as fantasias da inf ncia e transforma as palavras comuns em prosa po tica da mais alta qualidade A narrativa centra se na vis o de um narrador adulto que resgata seu poder infantil de ver o mundo Ele acompanha com uma observa o apurada a trajet ria de vida de Ant nio do nascimento em uma cidadezinha do interior partida para estudar fora Foi na esta o das guas que Ant nio chegou Dizem que nasceu antes do tempo Pediram galinhas gordas emprestadas dos vizinhos Jogaram seu umbigo na correnteza O esfor o do narrador para reconstruir o passado pleno de fantasia, imagina o e afeto Por m, mais do que um relato emocionante de uma exist ncia, Indez o retrato dos h bitos, das cren as e dos valores do interior de Minas Gerais, lugar de origem do escritor.

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      343 Bartolomeu Campos de Queirós
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      Posted by:Bartolomeu Campos de Queirós
      Published :2019-02-12T13:25:01+00:00

    About Bartolomeu Campos de Queirós


    1. Bartolomeu Campos de Queir s Par de Minas MG 1944 Belo Horizonte MG 2012 Autor de poemas e hist rias infantis e juvenis, educador, cr tico de arte, muse grafo e ensa sta Passa boa parte da inf ncia no interior de Minas Gerais, nas cidades de Papagaio e Pitangui, onde mora com o av paterno Aos 6 anos, perde a m e No internato do Col gio S o Geraldo, em Divin polis, Minas Gerais, cursa o ginasial, e estuda, por breve per odo, no convento dos dominicanos em Juiz de Fora, Minas Gerais Muda se para Belo Horizonte, inicia o curso de filosofia e trabalha no Centro de Recursos Humanos, escola de experi ncias pedag gicas do Minist rio da Educa o Com uma bolsa da Organiza o das Na es Unidas ONU , vai Fran a, e cursa filosofia no Instituto Pedag gico de Paris Na capital francesa, escreve seu primeiro livro, O Peixe e o P ssaro, lan ado em 1971, ano em que retorna ao Brasil Torna se membro do Departamento de Aperfei oamento de Professores DAP , do Minist rio da Cultura, do Conselho Estadual de Cultura e do Conselho Curador da Escola Guignard Atua ainda como assessor especial da Secretaria de Educa o do Estado de Minas Gerais e presidente da Funda o Cl vis Salgado Pal cio das Artes No in cio da d cada de 1980, trabalha como editor, para a Editora Miguilim, de Belo Horizonte, que se propunha a trazer um tema renovador para a literatura infantil brasileira, incorporando quest es sociais da vida contempor nea De 1986 a 2000, integra o projeto ProLer, da Biblioteca Nacional, ministrando semin rios sobre educa o, leitura e literatura Como cr tico de arte, participa de j ris de sal es e curadorias de exposi es de artes pl sticas e atua na rea de museografia.Coment rio Cr ticoTendo como tema central a no o de que o sujeito, restringido pelos limites do mundo real, busca expans o e crescimento com base na imagina o, Bartolomeu Campos de Queir s autor de obras que, embora dedicadas ao p blico infantojuvenil, n o buscam a linguagem facilitada para abord lo O principal recurso de sua poesia ou prosa po tica a met fora, usada para dar forma aos sentimentos despertados pela descoberta progressiva da realidade.Os versos de Pedro 1977 descrevem a rela o entre um menino que tinha o cora o cheio de domingos e uma borboleta O inseto, que visita constantemente o garoto, serve de modelo para que Pedro fa a suas pinturas O relacionamento de ambos perdura at que cada um extraia de seus encontros a li o de que necessita A borboleta aprende que querida pelo menino e dele tem a amizade verdadeira J o garoto constata que no domingo n o se precisa ver borboletas Basta ter o voo delas na lembran a ou fazer bolas de sab o O testemunho da beleza e a possibilidade de cria o art stica figuram, dessa maneira, como consequ ncias de uma rela o simples e profunda, capaz de trazer paz e felicidade sentimentos associados ao domingo.As expectativas em torno dos relacionamentos s o o mote da narrativa Ciganos 1982 , centrada em um menino que sonha ser levado pelos forasteiros ser roubado era o mesmo que ser amado Ele sentia que s roubamos o que nos falta , afirma o narrador Trata se de um observador que, retornando cidade ap s muitos anos, encontra novamente o garoto O fecho apenas sugestivo, e rep e uma das quest es centrais do autor Ele passeava entre fadas, conchas, p ssaros e domingos Tentei por outra vez adivinhar seu pensamento Vi que seu cora o j n o anda farto de desejos.A sensa o de incompletude que move os sujeitos imagina o e cria o o eixo de Ah Mar 1985 , em que o narrador relata sua vontade de conhecer o oceano A vastid o das guas e o impulso que sugerem em dire o ao desconhecido e ao ilimitado associam se curiosidade e, novamente, imagina o Longe do mar inventa se um oceano.Exemplar quanto ao emprego da linguagem metaf rica o livro M rio 1982 , sobre o menino poeta que sabe ter encontrado no ovo de um p ssaro not cias secretas de


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